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Mas, voltando à Editor Ultimato, li hoje um artigo no meu exemplar que recebo em casa um artigo que descreve bem a natureza que um teólogo genuíno precisa exalar. Na mesma hora tive vontade de compartilhar com nossos amigos do Downloads Teológicos; fui para o site da Ultimato, e para minha surpresa encontrei disponível para compartilhar.

O que você pensa disso? Hoje vivemos um dos grandes momentos históricos e proféticos da Igreja, assistindo de camarote o esfriamento, os distúrbios doutrinários e o surgimento de propagadores cheios de novidades. Não duvido que temos grandes teólogos, à altura para orientar a grande massa de crentes sinceros que já não a quem ouvir. Creio que há teólogos que podem nos ajudar a buscar uma mensagem expositiva diária da Bíblia. Mas você concorda comigo que os teólogos vivem em um outro nível? Temos acesso a eles por seus livros ou mensagens de mídia, mas não no dia-a-dia da igreja. São professores de seminários renomados, mas não de nossas classes de EBD. São pregadores de Conferências que reúnem outros grandes líderes, mas não de nossos púlpitos dominicais.

Precisamos de toda ajuda possível para mudar essa situação. Esse assunto rende, e não é nosso propósito esgotá-lo aqui. Vamos cessá-lo por agora até ocasião oportuna. Mas leia esse artigo da Ultimato intitulado - O Teólogo a Serviço de Deus e Não da Teologia.



O teólogo a serviço de Deus e não da teologia

Antes de conhecer Deus academicamente, o teólogo precisa conhecê-lo pessoalmente.
Antes de descrever Deus, o teólogo precisa ter comunhão com ele.
Antes de descrever o amor de Deus, o teólogo precisa sentir-se amado por ele.
Antes de descrever a autoridade de Deus, o teólogo precisa submeter-se a ela.
Antes de descrever a santidade absoluta de Deus, o teólogo precisa descrever a sua absoluta pecaminosidade.
Antes de mencionar a sabedoria de Deus, o teólogo precisa confessar a sua ignorância.
Antes de se enveredar pelo problema filosófico e teológico do sofrimento, o teólogo precisa aprender a chorar com os que choram e a alegrar-se com os que se alegram.
Antes de tentar explicar as coisas mais profundas e misteriosas da teologia, o teólogo precisa ser honesto consigo mesmo e com os outros e admitir que nas cartas de Paulo e em outras passagens da Bíblia há coisas realmente difíceis de entender.
Antes de ensinar e escrever teologia, o teólogo precisa entender que sua responsabilidade é enorme, porque, exatamente por ser reconhecido como teólogo, ele será ouvido, lido, consultado, citado. O teólogo não pode inventar suas teologias, assim como o profeta não podia inventar suas visões nem declarar “assim diz o Senhor”, se o Senhor nada lhe dissera.
O teólogo não pode ser nem frio nem seco. Ele tem de declarar com toda empolgação que Deus é amantíssimo, graciosíssimo, justíssimo, misericordiosíssimo, puríssimo, santíssimo, sapientíssimo e terribilíssimo1.
O teólogo precisa de humildade para explicar as coisas já reveladas e calar-se diante das coisas ainda ocultas.
O teólogo precisa caminhar lado a lado com a fé e com a razão e, se em algum momento tiver de abrir mão de uma delas, deve ficar com a fé.
O teólogo deve construir e, em nenhum momento, destruir.
O teólogo obriga-se a separar o trigo do joio, a verdade do mito, a revelação da tradição, a visão verdadeira da falsa visão, o bem do mal, a luz das trevas, o doce do amargo, a vontade de Deus da vontade própria.
O teólogo tem o compromisso de insistir na unicidade de Deus e condenar a pluralidade de deuses, tanto os de ontem como os de hoje2.
O teólogo tem a obrigação de equilibrar a bondade e a severidade de Deus, o perdão e a punição, a vida eterna e a morte eterna, a graça e a lei.
O teólogo é um fracasso quando não menciona que Deus amou tanto o mundo que deu seu único Filho por uma só razão: para que ninguém fosse condenado, mas tivesse, pela fé em Jesus, plena e eterna salvação!
Notas
1. Veja Deus no superlativo.
2. Como, por exemplo, o deus-eu.

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